sim.
eu voto sim.
domingo, janeiro 28, 2007
sábado, janeiro 27, 2007
noite #2

embora com algum atraso aqui vai o relato.
31. rainer truby. bom som partilhado a seguir ao café, o jantar foi tarde, ou cedo depende da perspectiva.
indústria.anthony rotten. one man show.
twin`s. não havia moet chandon.
e agora, a pedido de várias familias.o pequeno almoço.
pão quente, fiambre, gouda kommein, cereais a gosto, dan`up, café com leite e ovos mexidos.
agora, a receita:
2 ovos por pessoa.
fiambre, cebola e tomate.pica-se tudo.
picante e sal q.b.
mexem-se os ovos.
mistura-se tudo.
eu gosto deles mal passados.
no fim, juntam-se umas ervas e acompanha-se com torradas.
bom apetite.
a provocaçao mantem-se
sábado, janeiro 20, 2007
noite #1
quinta-feira, janeiro 18, 2007
rio de Janeiro #4

parecia um filme...
jantar agradável, em japonês, no jardim botânico, um absolut em frente, ao que se seguiu mais um no botetaco, enfim o possivel numa noite fria e chuvosa do Rio.
partida para a barra, destino Nuts, acabamos no bar do lado para mais um absolut. as luzes e a musica começavam a desaparecer, o cansaço tomava conta dos corpos, aproximavamos-nos das 24 horas....
urgia som bem alto e demente, mas numa terça-geira nem Fosfobox nem Dama de Ferro, esta ultima mais para after hours o que nos deixava poucas soluções.Help.
2 horas depois de mais umas cervejas, roçando vertiginosamente as 27 horas fomos aglutinadamente acompanhados mesmo só falando em monossilabos, palavras em inglês, do tipo, good, look, no hotel, no motel ao mesmo tempo que nos faziamos passar por rapazes checos que nada sabiam da vida e da lingua portuguesa.
com o cansaço, a loucamente nos querer levar para o hotel, como sair deste filme?
aqui tudo começa.
entramos num taxi acompanhados, saimos pela porta do lado e corremos para outro. não se revelou suficiente tivemos ainda de o repetir, ao mesmo tempo que gritavamos ao taxista:
-arranca cara, depressa....
foi eficaz, embora a porta do referido ja estivesse aberta, mas ja se revelava impossivel de alguém entrar.
rimos.
comentamos.
só lhe pedimos para não passar na Niemeyer.
não nos apetecia fugir da policia desta vez.
30 horas depois, dormi.
segunda-feira, janeiro 15, 2007
rio de Janeiro #3
beijo
estranho
o que se passa?
ano novo, policia nova?
ou alguém ficou sem dinheiro para pagar a conta do telefone?
então, não é que mesmo depois do presente, a policia ainda não veio cá.
pitch + twins e depois foi o que foi já com pão quente e tudo o mais a que tinha direito e, nada.
enfim, será que novos e melhores tempos se aproximam?
poderá ser que alguém aprendeu o conceito de que viver em comunidade, será também isso?
segunda-feira, janeiro 08, 2007
o presente
pronto.
já faz tremer a casa.
espero pela policia a qualquer momento.
os graves devem estar a deixar perceber a música cristalinamente.
já faz tremer a casa.
espero pela policia a qualquer momento.
os graves devem estar a deixar perceber a música cristalinamente.
Oh Leonor....

Sábado, 18.30, toca o telefone.
-Vamos jantar?
-Ok. Mas eu quero ir a Fafe comer a posta de carne..
-Mas eu queria bacalhau...
-Pede-se uma de cada.
-Ok- Já passo ai.
Depois de um jantar como devia de ser seguimos para a primeira noite de Clubbing da Casa da Música.
Ai chegados deparei-me com 20 eur para o bilhete e com a informação de que o terceiro grupo seriam uns transsexuais espanhóis. Era só o que me faltava.
Destino. Coimbra.
5 voltas à Pr. da Republica depois lá encontramos o bar que queriamos, algo entre o Artes em Partes e o Era uma vez no Porto mas cujo nome, enfim, já não me lembro.
Alguns absoluts mais tarde, em que os 2 ultimos foram sem gelo, o que dá sempre muito jeito, Vynil.
5 minutos depois entreguei os cartóes ao porteiro, se náo tinha aturado transsexuais, não iria aturar 2 mil putos entre os 17 e 19, era mesmo isso que me estava a apetecer.
Coimbra B. Faltavam 4 horas para o proximo comboio, isto porque o condutor jã se tinha baldado.Na boa.
Taxi.
-Quanto é até ao Porto?
-200 eur mais portagens.
-Vai pró c...
Paragem seguinte para fugir ao frio e à chuva que estava naquela hora.
Ibis, noutro taxi que tinha o taximetro em 3,90 eur.
3 km depois, à porta do Ibis, quanto é?
-3,90.
LOL.
Quarto do Ibis.
-F.. onde está o isqueiro?
desço.
-Seria possivel dar-me uma carteira de fosforos pois não tem no quarto.
-Não tenho.
-Está-me a dizer que o hotel náo tem uma caixa de fósforos?
-Não.-Ok. E não se arranja?
Enfim, lá me deu o isqueiro do colega.
13.00, Cimbra B, intercidades.
Campanhã. Metro.
Duas estacões depois entram, a mãe e as duas filhas. Em conjunto pesariam qulquer coisa como 200 kg.
Após o berreiro da mais pequena, que insistia em comer, ao que a mãe dizia e bem, que ali não se podia comer e que se aparecesse o Sr. ele ralhava com ela(nunca percebi esta cultura de que há sempre alguém que é o mau da fita que mais tarde ou mais cedo aparecerá), ganhei o meu dia com a insistência da criança.
-Oh Leonor, se continuas assim ainda levas no focinho.
(a Leonor tinha 3 ou 4 anos)
sábado, janeiro 06, 2007
o meu presente

após, 4 exaustivos anos a debitar décibeis, as studio 100 romperam a membrana,coitadas já não aguentavam mais, embora não fosse de admirar pois o tecno e o drum and bass nunca lhes deram descanso assim como aos vizinhos e à policia, que várias vezes as ouviu tocar a, por vezes horas menos impróprias, para eles, perfeitas para mim mas isso são outros decibéis.
assim vão dar o seu lugar às irmãs mais velhas, as studio 140.
lhindas meismo ( esta é para ti sem sono, ou não reconheces o sotaque carioca)
quarta-feira, janeiro 03, 2007
resumo

Depois de algum tempo sem escrever mas sempre a ler, deparei-me com um problema que afecta a maioria dos bloggers, o balanço do ano, incluindo a "seca" dos jantares de natal que teem de comparecer.
Se assim é das duas uma ou eu não vivo em sociedade ou então a minha é diferente.
passo a explicar.
Em primeiro, não vou a jantares que, à partida, eu ache uma seca, mesmo que fiquem a falar mal de mim por náo lá ter aparecido.
Em segundo, os únicos balanços que conheço são, o que se dá ao pêndulo do relógio de parede em casa do avô, ou o do barco que navega.
Tenho dito.
terça-feira, dezembro 26, 2006
afinal o natal ainda nao acabou
eu até só ia na auto estrada, no entanto, estava tudo parado. Pensei, acidente. Enganei-me, só eram as filas de acesso a 2 centros comerciais que congestionavam o trânsito.
enfim, os tugas não teem mais nada que fazer do que passear alegremente nos ditos cujos.
autarcas, não vale a pena estarem a arranjar jardins ou espaços à beira-mar.... licenciem-se mais centros comerciais e assim no verão não terei problema em estacionar na praia.
e, se tudo correr bem poderei escolher a musica que toca no bar, afinal não terá muita gente a quem ela poderá importunar.
viva o natal no centro comercial.
enfim, os tugas não teem mais nada que fazer do que passear alegremente nos ditos cujos.
autarcas, não vale a pena estarem a arranjar jardins ou espaços à beira-mar.... licenciem-se mais centros comerciais e assim no verão não terei problema em estacionar na praia.
e, se tudo correr bem poderei escolher a musica que toca no bar, afinal não terá muita gente a quem ela poderá importunar.
viva o natal no centro comercial.
quarta-feira, dezembro 20, 2006
desafio de natal
gostava de desafiar os anormais, sim, os anormais dos produtores de televisão assim como os programadores da respectiva, a passarem um dia inteiro numa cama de hospital, sem poder fumar e a soro aliado ao facto de não se poderem mexer a ATURAR a um dia inteiro de outros anormais a debitarem incongruências do tipo, as melhoras e para o ano estarão no seio das vossas familias, com se elas não estivessem connosco, e nós não soubessemos que estariamos melhores dali a um ano, a assistir ao programa mais revoltante e deprimente que dá pelo nome de Natal dos Hospitais, só quem não lá esteve é que não sabe.
acabem com essa m..... ou então vão para la vocès, e arranjem um circuito fechado só para vós.
tenho dito.
acabem com essa m..... ou então vão para la vocès, e arranjem um circuito fechado só para vós.
tenho dito.
back again

é com satisfação que volto a estar por aqui, não que me tenha arrependido de me ter ausentado, afinal ter voltado a estar com 32º, à noite na praia a beber umas cervejas geladas e mesmo asim procurando o vento para tentar refrescar, o que era impossivel, pois a companhia colada fazia ainda mais calor além de aquecer mas tudo se resolveu...pois a temperatura da água permitia tomar banho sem perigo de congestão.
prometo responder aos desafios que me foram lançados durante esta minha ausência, assim como contribuir com novos comentários e posts.
começo a pensar como poderei aguentar este frio até meio de fevereiro, altura de regressar para perto do equador ou quem sabe desta vez para sul, no entanto, uma coisa é certa dia 20 de fevereiro estarei junto ao asfalto..... esta é para ti sem sono, sim, o asfalto do sambódromo da cidade maravilhosa.
quinta-feira, novembro 30, 2006
Rio de Janeiro #2
Um ano.
Um ano.
Hoje, faz um ano que eu não me mexia, ou por outra gritava e contorcia-me na cama com dores à espera que alguém me levasse ao hospital.
Não tinha noção da gravidade do que me tinha acontecido.
Por vezes mais vale ser inculto.
Passo a explicar.
Depois da relva e do alcatrão, algum e não me perguntem porquê, insistiu em se colar ao meu corpo, beijados a 160km/h, quando me levanto, doem-me as costas, natural não?
Deito-me no passeio e clamo por ajuda que devido à maravilha da tecnologia, chamada telemóvel, sei que vai chegar, mesmo sendo 4 da manhã, 20 minutos.
Aguento , na boa.
Um pensamento. Quero ir para casa.
Não sei bem como nem porquê, chega o INEM.
Levanto-me, e falo com a médica:
-Boa noite.
-Boa noite. Então como é que o Sr. está?
-Bem, dentro do possivel. Doiem-me as costas. Estou em choque. Quero ir para casa.
-Não quer vir ali a ambulância para tratar do rabiote? (para não entrar em pormenores, digamos que eu fiquei sem calças nessa zona e o comentário que o enfermeiro fez no dia seguinte foi:
-Amigo você já viu o chapéu de um pobre?
-Ui, isso está assim tão mal? repliquei.
-Não, está pior.)
-Não. Só me doem as costas, o que é natural, acrescentei eu, mas mexo os dedos dos pés das maõs, não tenho perca de sensibilidade e nem dormências.
-Mas, vá lá, pelo menos tratar do rabiote, insistiu.
-Amanhã eu arranjo quem o faça, agora quero é ir para casa.
-O Sr. é que sabe, mas não custava nada...
-Obrigado. Eu depois trato. Desculpe.
Resultado após RX e TAC:
- O Sr. partiu a L1.
-E isso quer dizer que...
-Que tem a coluna partida e que andou em pé depois da fractura. Um suspiro mais forte e poderia ter ficado sem andar para sempre....
Saí da cama 2 meses depois.
4 meses depois já corria.
Procuro: Honda SP2 em bom estado para este proximo verão...... se calhar é melhor não nem que seja por respeito ao que os meus pais passaram, eles não merecem mais. Chega.Embora para muita pena minha.
Hoje, faz um ano que eu não me mexia, ou por outra gritava e contorcia-me na cama com dores à espera que alguém me levasse ao hospital.
Não tinha noção da gravidade do que me tinha acontecido.
Por vezes mais vale ser inculto.
Passo a explicar.
Depois da relva e do alcatrão, algum e não me perguntem porquê, insistiu em se colar ao meu corpo, beijados a 160km/h, quando me levanto, doem-me as costas, natural não?
Deito-me no passeio e clamo por ajuda que devido à maravilha da tecnologia, chamada telemóvel, sei que vai chegar, mesmo sendo 4 da manhã, 20 minutos.
Aguento , na boa.
Um pensamento. Quero ir para casa.
Não sei bem como nem porquê, chega o INEM.
Levanto-me, e falo com a médica:
-Boa noite.
-Boa noite. Então como é que o Sr. está?
-Bem, dentro do possivel. Doiem-me as costas. Estou em choque. Quero ir para casa.
-Não quer vir ali a ambulância para tratar do rabiote? (para não entrar em pormenores, digamos que eu fiquei sem calças nessa zona e o comentário que o enfermeiro fez no dia seguinte foi:
-Amigo você já viu o chapéu de um pobre?
-Ui, isso está assim tão mal? repliquei.
-Não, está pior.)
-Não. Só me doem as costas, o que é natural, acrescentei eu, mas mexo os dedos dos pés das maõs, não tenho perca de sensibilidade e nem dormências.
-Mas, vá lá, pelo menos tratar do rabiote, insistiu.
-Amanhã eu arranjo quem o faça, agora quero é ir para casa.
-O Sr. é que sabe, mas não custava nada...
-Obrigado. Eu depois trato. Desculpe.
Resultado após RX e TAC:
- O Sr. partiu a L1.
-E isso quer dizer que...
-Que tem a coluna partida e que andou em pé depois da fractura. Um suspiro mais forte e poderia ter ficado sem andar para sempre....
Saí da cama 2 meses depois.
4 meses depois já corria.
Procuro: Honda SP2 em bom estado para este proximo verão...... se calhar é melhor não nem que seja por respeito ao que os meus pais passaram, eles não merecem mais. Chega.Embora para muita pena minha.
quarta-feira, novembro 29, 2006
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